Amem... Amém!

A justiça de Deus

A justiça de Deus não é produzida por nosso esforço. Recebida pela fé, torna-se visível quando a fé atua pelo amor e faz o bem ao outro.

Airton Humber · 30 de setembro de 2026 · 1 min de leitura

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Duas mãos se aproximando

“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça.”

Quando pensamos em justiça, é comum pensarmos em recompensa e punição: cada um recebendo aquilo que merece.

Mas Jesus nos convida a buscar o Reino de Deus e a sua justiça.

Não a nossa justiça.
A sua.

Paulo diz que o Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo. E que é mediante o Espírito, pela fé, que aguardamos a justiça que é a nossa esperança.

A justiça de Deus não é algo que produzimos por nosso próprio esforço. Ela procede de Deus e é recebida pela fé.

E a fé entra em ação.

A justiça que procede da fé torna-se visível quando a fé atua pelo amor.


Deus já nos abençoou com todas as bênçãos espirituais em Cristo. E em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

Não fomos abençoados para guardar a bênção.

Somos abençoados para ser bênção.

Por isso apresentamos nosso corpo a Deus. Nosso tempo, nossas palavras, nossas capacidades e nossos recursos tornam-se disponíveis para que aquilo que vem dele alcance o outro.

O amor ganha expressão concreta.

A benignidade não faz o mal.
A bondade faz o bem.
É o amor em ação.

E é a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento.

Primeiro sua bondade nos alcança. Depois, pela ação do Espírito, aquilo que vem de Deus começa a passar por nós.


A fé atua pelo amor.
O amor faz o bem.
E a bênção alcança o outro.


“Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.”

Jesus passou por toda parte fazendo o bem.

Assim, a justiça de Deus começa a tornar-se visível:


a bondade em ação,
fazendo o bem ao outro.

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Airton Humber

Alguém comum, que caminhou por muitas veredas e foi encontrando, aos poucos, uma luz na Palavra.